Programa de mostras itinerantes da 36ª Bienal avança pelo Brasil e chega ao exterior
Com cinco itinerâncias da 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática em curso no país, a Fundação Bienal de São Paulo anuncia as próximas etapas do programa, que seguirá por mais seis cidades brasileiras e por três do exterior nos próximos meses, alcançando quinze territórios em 2026.
Desde março, a exposição circulou pelo Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia; pelo Museu de Arte do Rio (MAR), no Rio de Janeiro; pelo Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba; pela Pinacoteca do Ceará, em Fortaleza; pelo Museu Nacional da República, em Brasília; e pelo Sesc Santos, em Santos.
O programa segue com novas aberturas previstas na Oficina Brennand, em Recife, e em São José do Rio Preto, em parceria com o Sesc São Paulo, em agosto; no Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB), em Salvador, no Museu de Arte de Belém (MABE), em Belém, e no Cais das Artes, em Vitória, em setembro; e no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, em outubro.
No circuito internacional, a 36ª Bienal de São Paulo chega pela primeira vez à Cidade do México, no Museo Tamayo, e a Berlim, onde a mostra será recebida pelo Haus der Kulturen der Welt (HKW). O percurso internacional se completa com Santiago, no Chile, no Centro Cultural La Moneda.
Ao longo dos anos, as itinerâncias tornaram-se uma extensão fundamental da Bienal de São Paulo, permitindo que fragmentos curatoriais da exposição dialoguem com contextos locais diversos, ativem novas leituras e construam relações duradouras com instituições e públicos fora do eixo expositivo do Pavilhão Ciccillo Matarazzo. Na 36ª edição, esse movimento ganha novos territórios.