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6 set 2025–11 jan 2026
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São José do Rio Preto     SP

18 ago – 15 nov 2026

Sesc Rio Preto

Uma televisão exibindo vídeo, com cadeiras e bancos de diferentes modelos posicionadas a frente. No vídeo, crianças dão uma entrevista. Ao fundo, paredes laranjas e vermelhas.
Vista de Ricerche: one, de Sharon Hayes, durante a 36ª Bienal de São Paulo © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de sala com quatro mesas estilo fast food com esculturas sobre elas, a sala sendo iluminada por uma tela de vídeo vermelha que mostra uma animação com um boneco andando dentro do metrô.
Vista de Haunted, de Andrew Roberts, durante a 36ª Bienal de São Paulo © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Sala escura com vídeo em preto e branco projetado no teto
Vista de Stories from the Earth, de Helena Uambembe, durante a 36ª Bienal de São Paulo © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Tela exibindo vídeo dentro de uma sala com cortina estampada.
Vista de Dislocations, de Josèfa Ntjam, durante a 36ª Bienal de São Paulo © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Livros, recortes e quadros em espaço expositivo
Vista de Os meninos não sei que juras fraternas fizeram, de Vilanismo, durante a 36ª Bienal de São Paulo © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo

A Fundação Bienal de São Paulo e o Sesc São Paulo anunciam a abertura da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática no Sesc São José do Rio Preto, onde permanece de 18 de agosto a 15 de novembro de 2026. É a oitava vez que a cidade recebe o programa de mostras itinerantes, sempre em parceria com o Sesc.

A seleção de obras, com curadoria de Thiago de Paula Souza, cocurador da 36ª Bienal, reúne oito participantes: Akinbode Akinbiyi, Andrew Roberts, Ernest Cole, Helena UambembeJosèfa Ntjam, Ming SmithSharon Hayes e Vilanismo.

Realizadas de forma programática desde 2011, as itinerâncias tornaram-se uma extensão fundamental da Bienal de São Paulo, fazendo com que obras e debates apresentados no Pavilhão Ciccillo Matarazzo se reconfigurem em diálogo com contextos locais diversos, ativando novas leituras e relações com públicos fora do eixo expositivo de origem na capital paulista.

Para Thiago de Paula Souza, todas as itinerâncias procuram, de alguma forma, apresentar um recorte, uma versão do que foi a Bienal anterior e, ao mesmo tempo, estabelecer uma conexão com a cidade e com o espaço que recebe a exposição. “Em São José do Rio Preto, a seleção de obras para a itinerância da 36ª Bienal foi orientada pelas características da unidade do Sesc, era  importante pensar em trabalhos que pudessem ser apresentados nesse contexto, dialogando com o espaço e sendo acolhidos por ele, sem alterar de maneira significativa a dinâmica  do público que frequenta a unidade”, analisa.

“Por meio de uma rica parceria de longa duração, São José do Rio Preto é uma das cidades que melhor expressam o sentido do programa de mostras itinerantes”, afirma Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo. “Cada retorno também acompanha a renovação de um vínculo com o Sesc, com o público local e com a convicção de que levar a Bienal para além do parque Ibirapuera é parte constitutiva da nossa missão. A Bienal ganha novos significados quando encontra territórios diferentes”, reflete.

​Segundo o diretor do Sesc São Paulo, Luiz Galina, “a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo para a cidade de São José do Rio Preto – fruto da longeva parceria entre a Fundação Bienal de São Paulo e o Sesc São Paulo – convida os públicos a repensar a humanidade em um mundo que exige reimaginar as relações, as assimetrias e a escuta como bases de convivência. Assim, reafirmamos nosso compromisso em proporcionar ações que contribuam para a formação de repertórios contemporâneos variados, propiciando espaços de encontro, escuta e reflexão crítica”.

Além da circulação das obras, o programa de mostras itinerantes se estrutura a partir de um eixo educativo transversal, com formações voltadas às equipes locais, encontros online e presenciais, acompanhamento pedagógico e ações para diferentes públicos, como visitas mediadas, palestras, laboratórios para professores e atividades educativas para estudantes.

Serviço
36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática
curador geral: Bonaventure Soh Bejeng Ndikung
cocuradores: Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Thiago de Paula Souza
cocuradora at large: Keyna Eleison
consultora de comunicação e estratégia: Henriette Gallus
cocuradores adjuntos: André Pitol, Leonardo Matsuhei

Itinerância São José do Rio Preto – Sesc Rio Preto
curadoria: Thiago de Paula Souza
arquitetura: Tiago Guimarães
abertura: 18 ago, ter, 19h30
visitação: 19 ago – 15 nov 2026
ter – sex, 13h – 21h30
sáb, dom, feriados, 10h – 18h30
Sesc Rio Preto
Av. Francisco das C. Oliveira, 1333
São José do Rio Preto, SP
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