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6 set 2025–11 jan 2026
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Santos     SP

9 abr – 21 jun 2026

Sesc Santos

Foto de espaço aberto, amplo, um vão de um prédio, com uma longa parede retangular com a identidade visual da 36ª Bienal, em rosa e verde-limão.
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação composta por várias esculturas, uma delas está suspensa no teto, outras no chão, junto a uma base cinza. Ela é feita de cordas de sisal, xuxinhas coloridas e quartinhas de porcelana em diversas cores.
Vista de Onde nos alinhamos – Caminhos de Mestre Didi, de Moisés Patrício, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação composta por várias esculturas, uma delas está suspensa no teto, outras no chão, junto a uma base cinza. Ela é feita de cordas de sisal, xuxinhas coloridas e quartinhas de porcelana em diversas cores.
Vista de Onde nos alinhamos – Caminhos de Mestre Didi, de Moisés Patrício, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação composta por várias esculturas, uma delas está suspensa no teto, outras no chão, junto a uma base cinza. Ela é feita de cordas de sisal, xuxinhas coloridas e quartinhas de porcelana em diversas cores. A foto é vista de cima.
Vista de Onde nos alinhamos – Caminhos de Mestre Didi, de Moisés Patrício, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação composta por várias esculturas, uma delas está suspensa no teto, outras no chão, junto a uma base cinza. Ela é feita de cordas de sisal, xuxinhas coloridas e quartinhas de porcelana em diversas cores.
Vista de Onde nos alinhamos – Caminhos de Mestre Didi, de Moisés Patrício, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação composta por várias esculturas, uma delas está suspensa no teto, outras no chão, junto a uma base cinza. Ela é feita de cordas de sisal, xuxinhas coloridas e quartinhas de porcelana em diversas cores. A foto é vista de cima.
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação de fotos em preto e branco, suspensas no ar, com fotos em ambos os lados do tecido em que estão impressas. Elas mostram cenas do bairro do Bom Retiro, como fachadas de prédios, transeuntes, árvores e pixações.
Vista de obras de Akinbode Akinbiyi durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação de fotos em preto e branco, suspensas no ar, com fotos em ambos os lados do tecido em que estão impressas. Elas mostram cenas do bairro do Bom Retiro, como fachadas de prédios, transeuntes, árvores e pixações.
Vista de obras de Akinbode Akinbiyi durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação de fotos em preto e branco, suspensas no ar, com fotos em ambos os lados do tecido em que estão impressas. Elas mostram cenas do bairro do Bom Retiro, como fachadas de prédios, transeuntes, árvores e pixações.
Vista de obras de Akinbode Akinbiyi durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação de fotos em preto e branco, suspensas no ar, com fotos em ambos os lados do tecido em que estão impressas. Elas mostram cenas do bairro do Bom Retiro, como fachadas de prédios, transeuntes, árvores e pixações.
Vista de obras de Akinbode Akinbiyi durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de uma parede rosa com várias fotos organizadas nela, que mostram várias cenas, a maioria em preto e branco e algumas poucas coloridas. Uma dessas coloridas mostra um pássaro contra um céu azul e a sombra de uma pessoa de costas olhando para o pássaro.
Vista de obras de Ming Smith durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de TV passando um vídeo contra uma parede prateada. A tela mostra uma mulher com cabelo e roupas futuristas em pé, olhando para outra pessoa deitada com um fundo rosa atrás.
Vista de TRANSCLANDESTINA 3020, de Manauara Clandestina, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de TV passando um vídeo contra uma parede prateada. A tela diz
Vista de TRANSCLANDESTINA 3020, de Manauara Clandestina, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação composta de bandeirão preto escrito Vilanismo, uma TV com dois fones, e fotos na parede, além de uma mapoteca com fanzines em preto e branco em cima dela.
Vista de obras de Vilanismo durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação composta de bandeirão preto escrito Vilanismo, uma TV com dois fones, e fotos na parede, além de uma mapoteca com fanzines em preto e branco em cima dela.
Vista de obras de Vilanismo durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação composta de bandeirão preto escrito Vilanismo, uma TV com dois fones, e fotos na parede, além de uma mapoteca com fanzines em preto e branco em cima dela.
Vista de obras de Vilanismo durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação composta de bandeirão preto escrito Vilanismo, uma TV com dois fones, e fotos na parede, além de uma mapoteca com fanzines em preto e branco em cima dela.
Vista de obras de Vilanismo durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de sala de vídeo fechada, com as paredes pretas, pufes pretos no chão, e na tela aparecem as sombras de uma árvore, dois morros, um animal, tudo recortado em papel.
Vista de Stories from the Earth, de Helena Uambembe, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de sala de vídeo fechada, com as paredes pretas, pufes pretos no chão, e na tela aparecem as sombras de duas pessoas lutando.
Vista de Stories from the Earth, de Helena Uambembe, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de sala de vídeo fechada, com as paredes iluminadas rosas, uma mesa de plástico com quatro bancos como em um fast food, e na tela aparece uma animação de um personagem inteiro preto, dentro de um vagão de trem.
Vista de Haunted, de Andrew Roberts, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de sala de vídeo fechada, com as paredes iluminadas brancas, uma mesa de plástico com quatro bancos como em um fast food, e na tela aparece uma animação de um fast food por dentro.
Vista de Haunted, de Andrew Roberts, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de sala de vídeo fechada, com as paredes iluminadas rosas, uma mesa de plástico com quatro bancos como em um fast food, e na tela aparece uma animação de um metrô passando pela estação.
Vista de Haunted, de Andrew Roberts, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de uma instalação circular, feita em tecido, com uma concha impressa e figuras cósmicas. Dentro, há uma tela em que passa uma imagem de água em detalhe.
Vista de Dislocations, de Josèfa Ntjam, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de uma instalação com uma tela mostrando imagem abstrata, com almofadas no chão.
Vista de Dislocations, de Josèfa Ntjam, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto do verso de uma instalação circular, feita em tecido, com águas vivas impressas e figuras cósmicas.
Vista de Dislocations, de Josèfa Ntjam, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação composta de esculturas em cobre e ferro, prateadas, que lembram raízes de manguezal.
Vista de Como criar raízes aéreas, de Rebeca Carapiá, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação composta de esculturas em cobre e ferro, prateadas, que lembram raízes de manguezal.
Vista de Como criar raízes aéreas, de Rebeca Carapiá, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de instalação composta de esculturas em cobre e ferro, prateadas, que lembram raízes de manguezal.
Vista de Como criar raízes aéreas, de Rebeca Carapiá, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Foto de espaço aberto, amplo, um vão de um prédio, com uma longa parede retangular com a identidade visual da 36ª Bienal, em rosa e verde-limão.
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Sesc Santos © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo

A Fundação Bienal de São Paulo e o Sesc anunciam a da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática no Sesc Santos, de 9 de abril a 21 de junho de 2026. Esta é a terceira vez que a cidade portuária recebe o programa de itinerâncias da Bienal, em uma trajetória que começou em 2011 com a 29ª edição e se renovou em 2014 com a 32ª Bienal.

A mostra na unidade do Sesc em Santos reúne nove artistas participantes da 36ª Bienal de São Paulo: Akinbode Akinbiyi, Andrew Roberts, Helena Uambembe, Josèfa Ntjam, Manauara Clandestina, Ming Smith, Moisés Patrício, Rebeca Carapiá e Vilanismo. Com curadoria de Thiago de Paula Souza, cocurador da 36ª Bienal de São Paulo e responsável por essa itinerância, a seleção de obras estabelece um diálogo entre práticas artísticas que investigam memória, território, deslocamento e resistência a partir de múltiplas geografias e histórias. O conjunto reúne fotografias, vídeos, instalações e esculturas que abordam processos de migração, construção de identidades, violência estrutural e a busca por pertencimento em territórios em transformação. A arquitetura é de Tiago Guimarães.

Thiago de Paula Souza, cocurador da 36ª Bienal e curador da itinerância em Santos, destaca a escolha das obras para Santos parte da vocação histórica da cidade como porto de entrada e saída, como território de passagem e encontro: “Reunimos aqui trabalhos que investigam processos de deslocamento, migração e construção de memória em diferentes contextos geográficos. Das fotografias de Akinbode Akinbiyi sobre São Paulo às investigações do coletivo Vilanismo sobre cultura negra no Brasil, das videoinstalações de Andrew Roberts e Manauara Clandestina aos registros de Ming Smith sobre a vida cultural afro-americana, a mostra propõe um percurso que questiona: como criar vínculos e pertencimentos quando os territórios, as histórias e as identidades estão em constante movimento?”, analisa.

Para Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, retornar a Santos pela terceira vez é motivo de grande alegria. “Esta trajetória com o Sesc, que se iniciou em 2011, com o início do programa, e se renova a cada edição da Bienal desde então demonstra que construímos uma relação sólida de confiança e compromisso mútuo. O Sesc não é apenas um parceiro estratégico, mas uma instituição que compartilha conosco a crença na arte como ferramenta de transformação social e na importância de levar a Bienal para além do eixo da capital”, afirma.

Além da circulação das obras, o programa de mostras itinerantes se estrutura a partir de um eixo educativo transversal, com formações voltadas às equipes locais, encontros online e presenciais, acompanhamento pedagógico e ações para diferentes públicos, como visitas mediadas, palestras, laboratórios para professores e atividades educativas para estudantes.

O Sesc Santos preparou atividades especiais para a programação da exposição. Confira abaixo:

Bienal das Crianças
Trilha sonora em home studio: escutas da Bienal
Ecos da calma e do silêncio

 

Acessibilidade e inclusão

Para ampliar as possibilidades de acesso à 36ª Bienal de São Paulo, a Fundação Bienal de São Paulo expandiu o programa de audioguias voltados às itinerâncias. A mostra conta com conteúdos em áudio dedicados a Akinbode Akinbiyi, Andrew Roberts, Manauara Clandestina e Vilanismo, acompanhados de vídeos em Libras. Também estão disponíveis textos em Linguagem Simples sobre Helena Uambembe, além de conteúdos explicativos sobre o título da 36ª Bienal, sua equipe conceitual, proposta curatorial, identidade visual e arquitetura. Na entrada, o público encontra ainda um guia de visitação em Linguagem Simples, com fonte ampliada e versão em Braille.

Outra forma de aprofundar a visita é por meio do aplicativo Bloomberg Connects, que reúne informações adicionais sobre todos os participantes e sugestões de roteiros. Para acessar os conteúdos relacionados a cada obra, basta abrir o aplicativo e inserir o número indicado na placa ao lado dela.

 

Serviço
36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática
curador geral: Bonaventure Soh Bejeng Ndikung
cocuradores: Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Thiago de Paula Souza
cocuradora at large: Keyna Eleison
consultora de comunicação e estratégia: Henriette Gallus
cocuradores adjuntos: André Pitol, Leonardo Matsuhei

Itinerância Santos – Sesc Santos
curadoria: Thiago de Paula Souza
arquitetura: Tiago Guimarães
abertura: 8 abr, qua, 19h – 21h
visitação: 9 abr – 21 jun 2026
ter – sex, 9h30 – 21h
sáb, dom e feriados, 10h – 18h
visitas agendadas para grupos: agendamento.santos@sescsp.org.br
Sesc Santos
Rua Conselheiro Ribas, 136 – Aparecida
Santos, SP
entrada gratuita

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