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6 set 2025–11 jan 2026
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Goiânia     GO

3 mar – 19 abr 2026

Museu de Arte Contemporânea de Goiás

Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Alberto Pitta na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Akinbode Akinbiyi na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Akinbode Akinbiyi na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Akinbode Akinbiyi na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Akinbode Akinbiyi na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Akinbode Akinbiyi na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Muitos nomes, de Sallisa Rosa, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Muitos nomes, de Sallisa Rosa, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Márcia Falcão na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Márcia Falcão na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Márcia Falcão na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Márcia Falcão na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Borrow Light, de Song Dong, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Borrow Light, de Song Dong, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Borrow Light, de Song Dong, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Borrow Light, de Song Dong, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de House of Bondage, de Ernest Cole, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de House of Bondage, de Ernest Cole, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de House of Bondage, de Ernest Cole, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Gervane de Paula na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Gervane de Paula na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Gervane de Paula na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Gervane de Paula na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de what colours can we dream in this night filled with salt?, de Julianknxx, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de what colours can we dream in this night filled with salt?, de Julianknxx, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Sopro/aragem/viração, de Juliana dos Santos, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Studies for a Starry Night 1-94, de Hajra Waheed, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Studies for a Starry Night 1-94, de Hajra Waheed, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Studies for a Starry Night 1-94, de Hajra Waheed, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Sertão Negro na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Study for Social Cataracts, de Oscar Murillo, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Study for Social Cataracts, de Oscar Murillo, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Study for Social Cataracts, de Oscar Murillo, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Vibrations from the deep
May the hands of the
miners roar
let’s chant, vamos cantar,
tika toyemba:
Floresta é vida,
O gigante acordou,
May the yams in the farm
grow well.
Olokun has no rival.
Aṣẹ. Axé O!
, de Adama Delphine Fawundu, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Vibrations from the deep
May the hands of the
miners roar
let’s chant, vamos cantar,
tika toyemba:
Floresta é vida,
O gigante acordou,
May the yams in the farm
grow well.
Olokun has no rival.
Aṣẹ. Axé O!
, de Adama Delphine Fawundu, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Vibrations from the deep
May the hands of the
miners roar
let’s chant, vamos cantar,
tika toyemba:
Floresta é vida,
O gigante acordou,
May the yams in the farm
grow well.
Olokun has no rival.
Aṣẹ. Axé O!
, de Adama Delphine Fawundu, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Vibrations from the deep
May the hands of the
miners roar
let’s chant, vamos cantar,
tika toyemba:
Floresta é vida,
O gigante acordou,
May the yams in the farm
grow well.
Olokun has no rival.
Aṣẹ. Axé O!
, de Adama Delphine Fawundu, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Ming Smith na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Ming Smith na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Ming Smith na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo

A Fundação Bienal de São Paulo inicia no Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC), em Goiânia, o programa de mostras itinerantes da 36ª Bienal de São Paulo, que seguirá para mais de dez cidades do Brasil e do exterior em 2026. Em parceria com o Governo de Goiás, por meio das Secretarias de Estado da Cultura e da Retomada, a cidade recebe pela primeira vez uma etapa da itinerância, com um recorte da mostra Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática. O programa, consolidado há mais de uma década, estará aberto ao público do dia 3 de março a 19 de abril.

Realizadas de forma programática desde 2011, o programa de mostras itinerantes tornou-se uma extensão fundamental da Bienal de São Paulo, fazendo com que obras e debates apresentados no Pavilhão Ciccillo Matarazzo se reconfigurem em diálogo com contextos locais diversos, ativando outras leituras e relações com públicos. Na 36ª edição, esse movimento ganha novos territórios.

Em Goiânia, o recorte da itinerância tem curadoria de Thiago de Paula Souza e reúne obras de catorze participantes: Adama Delphine Fawundu, Akinbode Akinbiyi, Alberto Pitta, Ernest Cole, Gervane de Paula, Hajra Waheed, Julianknxx, Juliana dos Santos, Márcia Falcão, Ming Smith, Oscar Murillo, Song Dong e os artistas vinculados a Goiás, Sallisa Rosa e o coletivo Sertão Negro, que sublinham o diálogo com o território que acolhe a mostra.

Para Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, chegar a Goiânia pela primeira vez é um passo importante para a Fundação. “A cada edição da Bienal de São Paulo, temos buscado ampliar nosso alcance e fazer com que aquilo que foi apresentado no Pavilhão continue a reverberar em outras cidades do país. Expandir o programa itinerante compõe parte do nosso compromisso com a descentralização do circuito artístico brasileiro, criando mais possibilidades de encontro com públicos diversos e fortalecendo o acesso, em diferentes regiões, às obras, debates e experiências que fazem a Bienal ser o que ela é”, afirma.

Para a secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes, a chegada da Bienal de São Paulo a Goiás é resultado direto de uma política pública consistente, construída de forma transversal pelo Governo do Estado. “Receber, pela primeira vez, uma etapa da itinerância da Bienal em Goiânia comprova que Goiás hoje reúne infraestrutura, capacidade técnica e, sobretudo, público para sediar grandes eventos culturais de relevância nacional e internacional. Esse é um trabalho coletivo, que envolve diferentes pastas do governo e reflete o compromisso do Estado com o fortalecimento da cultura como eixo estratégico de desenvolvimento. Além disso, esse é um evento que movimenta a cadeia produtiva da cultura, fomenta o turismo, aquece a economia criativa e posiciona Goiás no circuito nacional das grandes exposições”, ressalta.

Além da circulação das obras, o programa de mostras itinerantes se estrutura a partir de um eixo educativo transversal, com formações voltadas às equipes locais, encontros online e presenciais, acompanhamento pedagógico e ações para diferentes públicos, como visitas mediadas, palestras, laboratórios para professores e atividades educativas para estudantes.

“Dar início ao programa de mostras itinerantes por Goiânia demonstra a importância de novos deslocamentos, quando as obras deixam o Pavilhão e passam a conviver com outras temporalidades, outras paisagens e outros modos de ver. No MAC GO, o programa não chega como uma réplica do que foi apresentado em São Paulo, ele se reconfigura a partir do espaço, do diálogo entre os participantes selecionados para a mostra e práticas locais que atravessam o museu. E é justamente nesse encontro que o sentido de humanidade como prática ganha novas camadas”, reflete Thiago de Paula Souza, cocurador da 36ª Bienal de São Paulo.

 

Acessibilidade e inclusão

Para ampliar a experiência de acessibilidade da 36ª Bienal de São Paulo, a Fundação Bienal de São Paulo expandiu o programa de audioguias voltados às itinerâncias. A mostra conta com áudios dedicados a Akinbode Akinbiyi, Gervane de Paula e Julianknxx, acompanhados de vídeos em Libras. Também estão disponíveis textos em Linguagem Simples sobre Alberto Pitta, Juliana dos Santos, Márcia Falcão, Sallisa Rosa e Song Dong, além de conteúdos explicativos sobre o título da 36ª Bienal, sua equipe conceitual, proposta curatorial, identidade visual e arquitetura. Na entrada, o público encontra ainda um guia de visitação em Linguagem Simples, com fonte ampliada e versão em Braille. O webapp Bienal Prática pode ser acessado para os artistas indicados na sinalização.

Outra forma de aprofundar o percurso é o aplicativo Bloomberg Connects, que reúne informações adicionais sobre todos os participantes e sugestões de roteiros de visita. Com o aplicativo aberto, basta inserir o número indicado na placa ao lado da obra para acessar mais conteúdos.

 

36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática
curador geral: Bonaventure Soh Bejeng Ndikung
cocuradores: Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Thiago de Paula Souza
cocuradora at large: Keyna Eleison
consultora de comunicação e estratégia: Henriette Gallus
cocuradores adjuntos: André Pitol, Leonardo Matsuhei

Itinerância Goiânia – Museu de Arte Contemporânea de Goiás
curadoria: Thiago de Paula Souza
arquitetura: Tiago Guimarães
3 mar – 19 abr 2026
ter – sex, 9h – 19h
sáb – dom, 14h – 19h
Centro Cultural Oscar Niemeyer
Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC)
Av. Deputado Jamel Cecílio, Qd. Gleba, n°4.490 – Setor Fazenda Gameleira
Goiânia, GO
entrada gratuita

a exposição estará fechada nos dias 20, 21 e 22 de março.