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6 set 2025–11 jan 2026
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Fortaleza     CE

23 mai – 16 ago 2026

Pinacoteca do Ceará

Um espaço de exposição apresenta uma grande parede curva branca à esquerda, exibindo texto e três elementos gráficos coloridos em forma de ondas nas cores azul, amarelo e vermelho. À direita, uma grande instalação de arte consiste em uma parede de alto-falantes e telas cobertas com tecido vermelho.
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma grande instalação de sistema de som, composta por inúmeras caixas de som, telas e cortinas de tecido vermelho, está localizada em uma galeria espaçosa com piso de concreto e uma parede branca com texto e gráficos coloridos.
Vista de A colheita de Dan, de Gê Viana, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma grande e elaborada instalação de sistema de som domina uma galeria com piso de concreto. Ela apresenta uma imponente parede de alto-falantes, amplificadores e telas pretas exibindo fotografias em preto e branco, parcialmente emolduradas por uma cortina de tecido vermelho. Duas unidades de alto-falantes menores flanqueiam a parede central, e uma escultura se destaca em primeiro plano.
Vista de A colheita de Dan, de Gê Viana, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Um espaço de exposição de arte apresenta várias fileiras longas de objetos escuros e irregulares penduradas no teto. Uma parede rosa exibe fotografias emolduradas, e uma escultura suspensa, colorida e texturizada, fica próxima a ela. À direita, uma parede coberta de texto está exposta, e um vaso de cerâmica e uma fileira de objetos coloridos repousam sobre o piso de concreto.
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma instalação de arte em uma galeria com duas grandes estruturas retangulares suspensas, compostas por muitas peças pequenas, coloridas e irregulares. Diversas fileiras verticais de objetos escuros, empilhados e irregulares, pendem do teto. Um pequeno vaso de cerâmica repousa no chão de concreto.
Vista de catástrofe orquestra #1 (Ato I), de Antonio Társis, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
À esquerda, uma galeria do museu exibe uma alta e colorida instalação feita de caixas de fósforo. No centro, uma grande instalação assemelha-se a um sistema de som com inúmeras caixas de som e telas. À direita, uma parede rosa exibe diversas fotografias emolduradas em preto e branco.
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Um espaço de exposição de arte apresenta uma grande instalação à esquerda com elementos suspensos escuros e um tecido vertical colorido, ao lado de uma estrutura que lembra alto-falantes. À direita, uma parede rosa-salmão exibe diversas fotografias emolduradas em preto e branco e uma foto colorida central.
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma parede rosa exibe uma exposição de fotografias emolduradas em preto e branco e uma tela colorida central. A tela mostra um homem de camisa azul olhando para um pássaro em um céu azul. As fotografias, dispostas em grupos à esquerda e à direita da tela, retratam diversas cenas e pessoas.
Vista de obras de Ming Smith durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma sala de galeria apresenta uma parede rosa com diversas fotografias emolduradas, predominantemente em preto e branco, com uma única imagem colorida. Em frente, uma parede branca está coberta por colunas de texto, e uma porta escura é visível entre as duas paredes.
Vista de obras de Ming Smith durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma sala escura apresenta uma instalação de vídeo com duas telas. A tela da esquerda exibe uma rua estreita entre prédios com uma paisagem distante, enquanto a tela da direita mostra uma cor creme sólida com um brilho tênue.
Vista de Watching a Minute for a Minute, de Wolfgang Tillmans, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma galeria de arte apresenta diversas instalações. À direita, uma estante branca exibe inúmeros béqueres, frascos e espécimes orgânicos. Ao centro, mais prateleiras e uma vitrine de vidro contêm itens semelhantes, criando uma disposição que lembra um laboratório. Uma longa cortina azul pende à esquerda, obscurecendo parcialmente grandes pinturas e esculturas suspensas.
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma grande estante branca em forma de L ocupa duas paredes de uma sala branca com piso de concreto. As prateleiras exibem inúmeros pequenos frascos, tubos de ensaio e recipientes contendo diversos materiais naturais, como areia, pedras e minerais, além de outros pequenos objetos. Uma vitrine de vidro em primeiro plano também contém pequenas amostras.
Vista de Museu das terras brasileiras, de Marlene Almeida, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
A vista da galeria mostra uma longa vitrine de vidro repleta de pequenas rochas, minerais e objetos cilíndricos. Sobre a vitrine, duas redomas de vidro cobrem pilhas de material orgânico plano. Atrás da vitrine, uma alta cortina azul e, à direita, duas grandes esculturas orgânicas translúcidas pendem do teto, com uma máquina industrial cinza e material triturado no chão.
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma longa vitrine de vidro em uma galeria de museu exibe diversas pequenas amostras de minerais, hastes de metal e amostras de papel. Ao fundo, duas grandes pinturas abstratas adornam uma parede branca, e uma estante branca contém vidraria científica e mais amostras.
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Três grandes esculturas translúcidas de formato orgânico pendem do teto de uma galeria. Uma longa estante branca, repleta de pequenos objetos, reveste a parede esquerda. À direita, um robô prateado, em forma de caixa, com uma cúpula transparente na cabeça, repousa sobre um piso de concreto marcado por um retângulo branco, em frente a uma cortina azul e uma estrutura triangular vermelha.
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Três grandes esculturas translúcidas, feitas de malha metálica e contendo formas orgânicas pálidas, pendem do teto. Uma alta máquina metálica, com tubos que a conectam às esculturas suspensas, está sobre o piso de concreto, delimitada por um quadrado branco. Diversas obras de arte emolduradas e uma tela de vídeo adornam as paredes da galeria.
Vista de Pnoê, de Berenice Olmedo, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Cinco obras de arte abstratas emolduradas estão dispostas em uma parede branca. Uma grande peça horizontal à esquerda apresenta uma forma escura e irregular sobre papel claro e texturizado. À sua direita, três obras menores com molduras pretas retratam diversas formas abstratas escuras, ao lado de uma peça com moldura branca com uma forma abstrata marrom.
Vista de obras de Théodore Diouf durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Duas obras de arte abstratas estão penduradas em uma parede branca. A obra maior, à esquerda, é uma pintura emoldurada em madeira clara, apresentando formas entrelaçadas em tons de azul escuro e azul claro sobre um fundo amarelo-alaranjado. A obra menor, à direita, está emoldurada em preto e exibe formas abstratas em tons de marrom sobre um fundo marrom claro.
Vista de obras de Théodore Diouf durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
O espaço da galeria apresenta uma grande cortina azul e um banco cinza-claro sobre um piso de concreto. Ao fundo, diversas peças de roupa, incluindo um colete de segurança amarelo-vivo e roupas laranja, estão penduradas no teto. Um monitor de tela plana na parede direita exibe uma imagem azul.
Vista de Transclandestina 3020, de Manauara Clandestina, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma instalação na galeria apresenta uma grande tela exibindo um vídeo, com um banco cinza e fones de ouvido em frente. À esquerda, uma escultura colorida de tecido pende de uma corda laranja. À direita, diversas obras de arte emolduradas exibem formas abstratas pretas na parede cinza-clara.
Vista de Transclandestina 3020, de Manauara Clandestina, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma grande escultura feita de tecidos laranja, verde e branco, composta por vários feixes, está suspensa no teto de um amplo salão de exposições. Dois bancos cinza estão dispostos sobre um piso de concreto polido, de frente para uma longa parede de cortina azul-escura.
Vista de Transclandestina 3020, de Manauara Clandestina, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Duas grandes pinturas estão penduradas lado a lado em uma parede clara. A pintura da esquerda apresenta formas ondulantes e volumosas em tons de creme e marrom. A pintura da direita retrata duas pequenas figuras avermelhadas acima de formas orgânicas maiores e simétricas em tons de marrom e creme.
Vista de obras de Márcia Falcão durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma sala de exposições apresenta uma longa parede rosa coberta com inúmeras fotografias emolduradas em preto e branco. À direita, duas grandes esculturas translúcidas, repletas de esferas douradas, pendem do teto, com divisórias de tecido azul e vermelho ao fundo. O piso é de concreto polido.
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma parede rosa exibe diversas fotografias emolduradas em preto e branco, dispostas em três grupos distintos. Uma grande foto horizontal está centralizada, ladeada por dois agrupamentos verticais de imagens menores.
Vista de obras de Ming Smith durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma sala escura exibe uma grande projeção de vídeo na parede esquerda, mostrando figuras em tons de vermelho e amarelo. Holofotes vermelhos iluminam uma fileira de cadeiras de madeira e folhas secas e coelhinhos de pelúcia espalhados pelo chão à direita.
Vista de Unity for Nostalgia, de Korakrit Arunanondchai, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará
Uma sala escura exibe uma grande projeção de vídeo na parede esquerda, mostrando figuras em tons de vermelho e amarelo. Holofotes vermelhos iluminam uma fileira de cadeiras de madeira e folhas secas e coelhinhos de pelúcia espalhados pelo chão à direita.
Vista de Unity for Nostalgia, de Korakrit Arunanondchai, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará © Marília Camelo / Pinacoteca do Ceará

A Fundação Bienal de São Paulo anuncia a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática na Pinacoteca do Ceará, em Fortaleza, de 23 de maio a 16 de agosto de 2026. Esta é a terceira vez que a capital cearense recebe o programa de mostras itinerantes da Bienal, consolidando a presença da mostra no Nordeste e com estreia na Pinacoteca do Ceará, um museu da Secretaria da Cultura do Ceará, gerido pelo Instituto Mirante. A curadoria da itinerância é de Thiago de Paula Souza, cocurador da 36ª Bienal de São Paulo, e a arquitetura de Tiago Guimarães. A mostra é assinada pela Petrobras.

A mostra em Fortaleza reúne obras de Antonio Társis, Berenice Olmedo, Gê Viana, Korakrit Arunanondchai, Manauara Clandestina, Márcia Falcão, Marlene Almeida, Ming Smith, Théodore Diouf e Wolfgang Tillmans. A seleção abrange fotografias, vídeos, instalações, pinturas e obras sonoras que investigam processos de migração, memória coletiva, resistência e a construção de identidades em territórios em transformação.

“A seleção de obras que preparamos para Fortaleza busca dialogar com questões urgentes sobre território, deslocamento e pertencimento que ressoam de forma muito particular no contexto do nordeste. Aqui, a mostra propõe reflexões sobre como criamos raízes, como habitamos espaços em disputa, e como resistimos. A cidade de Fortaleza, marcada por intensas transformações urbanas e pela convivência de múltiplas temporalidades, oferece um contexto bem interessante para esses diálogos”, analisa Thiago de Paula Souza. 

Para Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, o retorno da Bienal a Fortaleza tem um significado profundamente pessoal. “Como cearense, cada vez que a Bienal retorna a Fortaleza é um momento de grande emoção. Esta é a terceira vez que a capital nos recebe, e agora temos a satisfação de estrear na Pinacoteca do Ceará, uma instituição jovem mas já essencial para o cenário cultural local. Sei da potência da produção artística e cultural do Ceará, e sei também da importância de democratizar o acesso a projetos dessa envergadura”, afirma.

“A itinerância da 36ª Bienal de São Paulo na Pinacoteca do Ceará fortalece o museu como um espaço vivo de discurso e um porto essencial para reflexões críticas no cenário nacional. Ao democratizar o acesso à arte contemporânea, gratuito e mediado, aproxima o público das principais poéticas e debates da produção artística do país, ampliando vozes e territórios, dialogando diretamente com nossas mostras realizadas e com nosso programa público de formação”, analisa Rian Fontenele, diretor-geral e artístico da Pinacoteca do Ceará.

Além da circulação das obras, o programa de mostras itinerantes se estrutura a partir de um eixo educativo transversal, com formações voltadas às equipes locais, encontros online e presenciais, acompanhamento pedagógico e ações para diferentes públicos, como visitas mediadas, palestras, laboratórios para professores e atividades educativas para estudantes.

 

Serviço
36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática
curador geral: Bonaventure Soh Bejeng Ndikung
cocuradores: Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Thiago de Paula Souza
cocuradora at large: Keyna Eleison
consultora de comunicação e estratégia: Henriette Gallus
cocuradores adjuntos: André Pitol, Leonardo Matsuhei

Itinerância Fortaleza – Pinacoteca do Ceará
curadoria: Thiago de Paula Souza
arquitetura: Tiago Guimarães
23 mai – 16 ago 2026
qua – sex, 10h – 18h
sáb, 12h – 20h
dom, 10h – 17h
Pinacoteca do Ceará
Rua 24 de Maio, 34, Praça da Estação s/n – Centro
Fortaleza, CE
entrada gratuita

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