Menu
entrada gratuita
6 set 2025–11 jan 2026
Newsletter
Newsletter

Curitiba     PR

19 mar – 7 jun 2026

Museu Oscar Niemeyer

Duas esculturas de bronze escuro representando figuras femininas estão expostas em frente a uma sala de exposições. Uma das figuras, com asas texturizadas, segura uma cabaça dourada. A outra possui um elaborado adorno de cabeça com chifres. Atrás delas, uma parede branca exibe o texto da
Vista de obras de Nádia Taquary durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Duas esculturas de bronze escuro representando figuras femininas estão expostas em frente a uma sala de exposições. Uma das figuras, com asas texturizadas, segura uma cabaça dourada. A outra possui um elaborado adorno de cabeça com chifres. Atrás delas, uma parede branca exibe o texto da
Vista de obras de Nádia Taquary durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma parede branca exibe o texto da
Vista da sinalização durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma escultura azul em forma de cadeira, com manchas pretas de leopardo, pés vermelhos e duas formas texturizadas com detalhes em vermelho, repousa sobre um pedestal branco. Ao lado, uma escultura com base de madeira, duas formas marrons semelhantes a serpentes com gotas amarelas e verdes, e um poste alto encimado por um objeto verde e amarelo em forma de garrafa, está sobre um pedestal cinza. Uma pessoa vestindo camisa azul e calça jeans está de pé, de frente para uma parede azul com texto branco, observando as obras de arte em uma galeria de museu.
Vista de obras de Gervane de Paula durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma exposição de arte apresenta vários visitantes circulando por uma sala com paredes azul-claras e tetos brancos. Diversas esculturas estão expostas em pedestais, incluindo uma forma com manchas amarelas e vermelhas, uma peça abstrata azul e vermelha e uma figura de palhaço.
Vista de obras de Gervane de Paula durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma galeria de arte com paredes em um azul vibrante e piso branco exibe diversas esculturas sobre pedestais. Uma alta escultura de madeira com um cabo de motosserra verde e lâmina de metal se destaca em primeiro plano. Duas figuras desfocadas caminham ao lado de outras esculturas coloridas e obras de arte emolduradas na parede.
Vista de obras de Gervane de Paula durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma escultura amarela de uma onça-pintada rosnando, com manchas pretas e marcas vermelhas, repousa sobre um pedestal branco. Ao fundo, uma parede azul exibe o texto da exposição, e várias pessoas observam as obras.
Vista de obras de Gervane de Paula durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma galeria com paredes azul-claras e piso branco exibe diversas esculturas. Em primeiro plano, uma figura de um tuiuiú com um babador branco está sentada em uma cadeira alta vermelha sobre um tapete circular de crochê com anéis azuis, amarelos e brancos. Outras esculturas sobre pedestais cilíndricos azul-claros são visíveis ao fundo.
Vista de obras de Gervane de Paula durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Quatro esculturas alongadas de madeira entalhada estão penduradas verticalmente em uma parede azul vibrante. Da esquerda para a direita, elas exibem as palavras
Vista de Arte aqui eu mato, de Gervane de Paula, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma escultura de uma grande serpente escura enrolada, com um ovo marrom e um pássaro branco no topo, está em frente a uma parede azul. À esquerda, um cartaz laranja exibe a imagem de um esqueleto branco e a inscrição
Vista de obras de Gervane de Paula durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma escultura de onça-pintada amarela e preta com detalhes em vermelho repousa sobre um pedestal cilíndrico branco em primeiro plano. Atrás dela, uma cadeira alta azul está sobre um tapete circular com anéis concêntricos coloridos.
Vista de obras de Gervane de Paula durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma escultura azul, semelhante a uma cadeira, com detalhes em vermelho e duas cabeças de leopardo em preto e branco com línguas vermelhas, sobre rodas. Ao lado, uma escultura orgânica marrom com um topo cilíndrico escuro repousa sobre um pedestal azul claro. Uma grande tela de TV exibindo uma imagem abstrata está montada em uma parede azul atrás delas.
Vista de obras de Gervane de Paula durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Duas esculturas se erguem sobre pedestais azul-claros contra uma parede azul vibrante. A escultura da esquerda representa uma figura com um chapéu cônico, óculos e uma roupa listrada em vermelho e verde, com os braços estendidos. A escultura da direita apresenta um pássaro branco sobre um ovo marrom e formas escuras empilhadas, semelhantes a pneus, com uma pintura exibindo 'ARTE AQUI EU MATO' na parede atrás dela.
Vista de obras de Gervane de Paula durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma instalação artística apresenta vários tocos de árvores escuros dispostos em um círculo irregular sobre uma base de material semelhante a carvão. A cena é banhada por uma intensa luz vermelha proveniente de holofotes, com uma atmosfera nebulosa e duas figuras tênues ao fundo.
Vista de The Way Earthly Things Are Going II (Mother Earth’s Lament), de Emeka Ogboh, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma imagem escura, iluminada em vermelho, mostra um alto-falante redondo embutido no centro de um toco de árvore. A superfície cortada do toco exibe anéis concêntricos e rachaduras, cercados por lascas de madeira escuras e iluminadas em vermelho.
Detalhe de The Way Earthly Things Are Going II (Mother Earth’s Lament), de Emeka Ogboh, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma instalação artística apresenta vários tocos de árvores escuros dispostos em um círculo irregular sobre uma base de material semelhante a carvão. A cena é banhada por uma intensa luz vermelha proveniente de holofotes, com uma atmosfera nebulosa e duas figuras tênues ao fundo.
Vista de The Way Earthly Things Are Going II (Mother Earth’s Lament), de Emeka Ogboh, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Três pessoas estão sentadas em um banco de costas para o espectador, assistindo a uma tela que exibe um vídeo de água. Elas estão posicionadas em frente a uma grande parede azul sólida.
Vista de Delta-Delta: People’s Court I, de Forensic Architecture / Forensis, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Nimeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma pessoa usando fones de ouvido está sentada em caixas de madeira, de frente para uma grande tela fixada em uma parede azul vibrante. A tela exibe um vídeo com imagens abstratas em azul e branco e texto visível.
Vista de Delta-Delta: People’s Court I, de Forensic Architecture / Forensis, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Nimeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma pessoa com cabelos longos e claros, vestindo um suéter claro e calça jeans, está de pé em frente a uma grande tela fixada em uma parede azul-acinzentada. A tela exibe a imagem vibrante de uma pessoa com um vestido branco texturizado e um grande chapéu branco, sentada ao lado de uma pequena mesa de madeira com objetos de cores claras.
Vista de obras de Sertão Negro durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma televisão de tela plana, fixada em uma parede azul lisa, exibe a imagem de uma pessoa sorridente com cabelos escuros e cacheados. Legendas são visíveis na parte inferior da tela. Um longo banco branco minimalista com tampo cinza fica logo abaixo, com fios pretos espalhados pelo chão.
Vista de obras de Sertão Negro durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma pessoa com bengala está sentada em um banco azul claro, de frente para uma tela de vídeo fixada em uma parede azul clara. A tela exibe uma mulher sorridente falando, com as mãos levantadas e legendas visíveis abaixo.
Vista de obras de Sertão Negro durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma instalação de arte em uma galeria apresenta grandes painéis independentes. Dois painéis externos, um de cada lado, exibem padrões ondulantes em tons de marrom, laranja e preto. Vários painéis texturizados mais escuros formam um caminho central, por onde duas pessoas caminham.
Vista de Te Ara Uwha – mai i Kurawaka, de Raukura Turei, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Um espaço de exposição interno apresenta uma série de grandes painéis independentes dispostos em linha. Os painéis em primeiro plano exibem padrões orgânicos e sinuosos em tons de marrom e laranja, enquanto os mais ao fundo são mais escuros e texturizados.
Vista de Te Ara Uwha – mai i Kurawaka, de Raukura Turei, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Um espaço de exposição interno apresenta uma série de grandes painéis independentes dispostos em linha. Os painéis em primeiro plano exibem padrões orgânicos e sinuosos em tons de marrom e laranja, enquanto os mais ao fundo são mais escuros e texturizados.
Vista de Te Ara Uwha – mai i Kurawaka, de Raukura Turei, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Um espaço de exposição interno apresenta uma série de grandes painéis independentes dispostos em linha. Os painéis em primeiro plano exibem padrões orgânicos e sinuosos em tons escuros e texturizados.
Detalhe de Te Ara Uwha – mai i Kurawaka, de Raukura Turei, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Um espaço de exposição apresenta vários painéis altos e retangulares cobertos por uma textura densa e orgânica em tons de marrom, laranja e creme. Uma pessoa vestindo roupas claras caminha ao fundo, em frente a um grande painel escuro e plano.
Detalhe de Te Ara Uwha – mai i Kurawaka, de Raukura Turei, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Três painéis verticais exibem diferentes texturas: os painéis da esquerda e do meio apresentam padrões densos, semelhantes a escamas, em tons de marrom escuro e branco-alaranjado, respectivamente. O painel da direita exibe uma pintura abstrata e suave com formas curvas em tons quentes de laranja, marrom e roxo escuro.
Detalhe de Te Ara Uwha – mai i Kurawaka, de Raukura Turei, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma televisão de tela plana, fixada em uma parede azul, exibe a imagem de uma pessoa do peito para cima, coberta por uma substância escura e granulada. Os olhos da pessoa estão fechados, e o fundo é escuro e texturizado.
Vista de ŪKAIPŌ, de Raukura Turei, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma parede dividida em três painéis verticais: azul, branco e azul. O painel branco central exibe um texto em laranja, verde e vermelho, incluindo frases em nheengatu, português e inglês que se traduzem como
Vista de Você precisa levar tudo o que pertence aos povos indígenas?, de Olu Oguibe, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Duas pessoas estão de costas para o observador, de frente para um painel branco com texto. O painel, sobre uma parede azul, exibe texto em nheengatu, português e inglês, incluindo a pergunta
Vista de Você precisa levar tudo o que pertence aos povos indígenas?, de Olu Oguibe, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma parede dividida em três painéis verticais: azul, branco e azul. O painel branco central exibe um texto em laranja, verde e vermelho, incluindo frases em nheengatu, português e inglês que se traduzem como
Vista de Você precisa levar tudo o que pertence aos povos indígenas?, de Olu Oguibe, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma pessoa passa em frente a uma parede dividida em três painéis verticais: azul, branco e azul. O painel branco central exibe um texto em laranja, verde e vermelho, incluindo frases em nheengatu, português e inglês que se traduzem como
Vista de Você precisa levar tudo o que pertence aos povos indígenas?, de Olu Oguibe, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma televisão de tela plana, fixada em uma parede azul, exibe um vídeo de várias pessoas sentadas em uma sala, uma delas usando máscara facial. Abaixo da tela, há dois bancos de madeira clara e um suporte com fones de ouvido.
Vista de vídeo de discussão entre Anna Roberta Goetz, Mestre Kandiero e Juliana Kerexu, baseada na obra de Olu Oguibe, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Vista através de um arco branco para um corredor do museu. Na parede esquerda, diversas obras de arte emolduradas estão dispostas em uma grade, visíveis para vários visitantes. O corredor tem paredes claras e piso reflexivo.
Duas pessoas estão em uma galeria de museu, observando diversas obras de arte emolduradas em preto e branco expostas em uma parede azul-clara. Outra grande obra de arte colorida está pendurada em uma parede cinza-clara ao fundo.
Vista de obras da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Dez fotografias emolduradas em preto e branco estão expostas em uma parede azul-clara. As imagens mostram diversas figuras humanas e cenas, incluindo um homem de terno, pessoas em uma plataforma de trem e indivíduos em ambientes internos e externos.
Detalhe de House of Bondage, de Ernest Cole, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Diversas fotografias emolduradas em preto e branco estão expostas em uma parede azul. A foto central mostra uma pessoa atrás de arame farpado contra uma parede de tijolos. À sua esquerda, uma foto retrata a plataforma de uma estação de trem com pessoas, e à sua direita, uma pessoa sentada em uma sala.
Detalhe de House of Bondage, de Ernest Cole, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Duas fotografias emolduradas em preto e branco estão penduradas em uma parede azul-clara. A foto da esquerda mostra uma pessoa deitada de costas, com a cabeça inclinada para trás e a boca aberta. A foto da direita mostra várias pessoas sentadas, uma delas em primeiro plano olhando para um objeto em cima de uma mala.
Detalhe de House of Bondage, de Ernest Cole, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma parede azul da galeria exibe uma disposição irregular de fotografias emolduradas em preto e branco. As imagens retratam pessoas em diversos cenários, e figuras desfocadas de visitantes se movem em primeiro plano.
Vista de House of Bondage, de Ernest Cole, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Diversas fotografias emolduradas em preto e branco estão expostas em uma parede azul. Uma foto mostra uma pessoa sentada em um banco com a inscrição
Detalhe de House of Bondage, de Ernest Cole, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Duas fotografias emolduradas em preto e branco estão penduradas em uma parede azul. A foto da esquerda mostra uma escadaria com pessoas, com placas indicando
Detalhe de House of Bondage, de Ernest Cole, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Três grandes e coloridas obras de arte em técnica mista são exibidas lado a lado em uma parede azul-clara da galeria. Cada peça apresenta figuras e cenas pintadas, com prateleiras laterais anexadas que exibem diversos objetos pequenos.
Vista de obras de Adjani Okpu-Egbe durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Três grandes e coloridas obras de arte em técnica mista estão penduradas em uma parede azul-clara da galeria. Cada obra apresenta uma pintura vibrante com prateleiras que se estendem das laterais, contendo diversos objetos pequenos. Uma pessoa vestindo uma camisa preta observa a obra do meio.
Vista de obras de Adjani Okpu-Egbe durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma vibrante obra de arte em técnica mista apresenta uma pintura central com diversas figuras estilizadas, algumas parecendo saltar ou dançar, sobre um piso quadriculado azul e branco. A pintura é ladeada por duas estantes altas e estreitas com várias prateleiras, cada uma repleta de pequenos objetos coloridos.
Vista de Premonition of Ngarbuh, de Adjani Okpu-Egbe, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma grande obra de arte em técnica mista, sobre uma parede azul, apresenta uma figura central com uma cabeça em forma de cesta e um corpo escuro e texturizado, semelhante a um terno, contra um fundo verde com formas de portas azuis. À esquerda, uma figura de vestido branco segura uma chave, com duas figuras menores em azul e branco abaixo. À direita, uma figura em pose dinâmica e branca é visível, com uma pequena figura amarela abaixo, e duas prateleiras verdes estampadas com diversos objetos ladeiam a obra.
Vista de An Allegorical Conglomeration of Origins and Inevitabilities, de Adjani Okpu-Egbe, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma obra de arte em técnica mista apresenta a pintura de uma figura com um cocar escuro montando um animal branco, sobre um fundo texturizado em tons de verde e azul com árvores estilizadas. A pintura é ladeada por duas vitrines altas com prateleiras verdes e um vibrante painel de fundo com estampa em vermelho e laranja, contendo diversos objetos pequenos.
Vista de Fortitude, de Adjani Okpu-Egbe, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Duas pessoas observam uma grande e colorida obra de arte em técnica mista sobre uma parede azul-clara. A obra apresenta uma figura central com corpo escuro e cabelos pretos, vestindo uma roupa vermelha, sentada sobre uma nuvem branca contra um fundo verde-azulado, ladeada por prateleiras com diversos objetos pequenos.
Vista de Fortitude, de Adjani Okpu-Egbe, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma galeria de arte com piso branco e paredes azul-claras. Em primeiro plano, uma fileira de esculturas trançadas em forma de cestos com topos em espiral se estende ao fundo, algumas com hastes metálicas verticais. Na parede da esquerda, encontram-se obras de arte coloridas em técnica mista com figuras humanas, enquanto a parede do fundo exibe uma série de esculturas altas, esguias e multicoloridas.
Vista de A casa de Bené, de Ana Raylander Mártis dos Anjos, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Sete esculturas estão dispostas em linha sobre um piso claro em um amplo espaço expositivo. Cada escultura possui uma base escura, semelhante a um cesto trançado, envolta em corda grossa e espiralada de diversas cores, da qual se estende uma haste fina e escura até um pequeno elemento também escuro. Um texto branco é visível na parede ao fundo.
Detalhe de A casa de Bené, de Ana Raylander Mártis dos Anjos, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Quatro esculturas estão enfileiradas sobre um piso claro contra uma parede escura. Cada escultura apresenta uma base de cesto trançado, encimada por uma corda enrolada, da qual se estende para cima uma haste fina, coroada por um objeto distinto.
Detalhe de A casa de Bené, de Ana Raylander Mártis dos Anjos, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Seis esculturas altas e cilíndricas, envoltas em diversos tecidos, estão enfileiradas contra uma parede azul-clara. Cada coluna apresenta padrões e texturas diferentes, com algumas tiras de tecido soltas em suas bases.
Detalhe de A casa de Bené, de Ana Raylander Mártis dos Anjos, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Cinco esculturas estão dispostas em linha contra uma parede azul. Cada escultura consiste em uma corda ou tecido enrolado em uma cesta trançada, da qual se ergue um fino poste escuro, encimado por diversos objetos, como uma caixa metálica, uma barra horizontal ou um pequeno pináculo.
Detalhe de A casa de Bené, de Ana Raylander Mártis dos Anjos, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Um grupo de pessoas, incluindo algumas pessoas com síndrome de down, de diversas idades, observa instalações de arte em um amplo espaço de exposição bem iluminado, com pisos claros e paredes azuis. Em primeiro plano, uma fileira de estruturas semelhantes a cestos sustenta cordas enroladas, enquanto duas esculturas altas e cilíndricas se erguem à esquerda.
Vista de A casa de Bené, de Ana Raylander Mártis dos Anjos, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Um objeto escuro e retangular, semelhante a uma mala em miniatura com uma pequena alça, está montado horizontalmente em uma haste fina e escura. O objeto tem um brilho metálico e está sobre um fundo azul escuro liso.
Detalhe de A casa de Bené, de Ana Raylander Mártis dos Anjos, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma escultura com base em forma de cesto trançado, encimada por uma espiral de corda marrom-escura. Uma haste fina e escura estende-se verticalmente da corda, sustentando uma pequena forma abstrata, retorcida e de cor escura, em seu ápice.
Detalhe de A casa de Bené, de Ana Raylander Mártis dos Anjos, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma escultura metálica com hastes finas, em formato de lágrima dourada, e uma caixa retangular no topo. Uma corda enrolada repousa na base. Ao fundo, fotografias emolduradas em preto e branco estão penduradas em uma parede azul-clara.
Detalhe de A casa de Bené, de Ana Raylander Mártis dos Anjos, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Cinco figuras em silhueta estão sentadas em um banco em uma sala escura, de tons azulados, de frente para uma grande tela branca que exibe silhuetas estilizadas de árvores em tons escuros.
Vista de Stories from the Earth, de Helena Uambembe, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Cinco pessoas estão sentadas em um banco, vistas por trás, assistindo a uma tela grande que exibe um logotipo circular azul-escuro com linhas onduladas sobre um fundo branco. A sala está com iluminação tênue em tom azulado.
Vista de Stories from the Earth, de Helena Uambembe, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma pessoa vestindo shorts escuros e uma blusa sem mangas passa por uma parede rosa que exibe sete fotografias emolduradas em preto e branco.
Vista de obras de Mao Ishikawa durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Cinco fotografias emolduradas em preto e branco estão expostas em uma parede rosa vibrante. A fileira superior mostra duas pessoas, um grupo descansando e uma pessoa sentada usando um chapéu estampado. A fileira inferior mostra um grupo de pessoas sorrindo e outro grupo sentado à mesa.
Vista de obras de Mao Ishikawa durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Cinco fotografias emolduradas em preto e branco estão expostas em uma parede rosa vibrante. As imagens retratam diversas cenas espontâneas de pessoas em ambientes internos, incluindo retratos e encontros em grupo.
Vista de obras de Mao Ishikawa durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Quatro fotografias emolduradas em preto e branco estão dispostas horizontalmente em uma parede rosa vibrante. As imagens retratam diversas cenas, incluindo uma pessoa com um penteado afro, crianças brincando ao ar livre e uma criança na praia.
Vista de obras de Mao Ishikawa durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Quatro fotografias emolduradas em preto e branco estão expostas em uma parede rosa. A da esquerda mostra duas pessoas com uma substância branca no rosto e as mãos levantadas. A foto do meio retrata pessoas ao redor de motocicletas, enquanto as duas da direita mostram grupos de pessoas, incluindo crianças, em diferentes contextos.
Vista de obras de Mao Ishikawa durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Onze fotografias emolduradas em preto e branco estão dispostas em várias fileiras em uma parede rosa da galeria. As imagens mostram diversas cenas, em sua maioria com pessoas.
Vista de obras de Mao Ishikawa durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma pessoa de cabelos curtos e escuros, vestindo uma jaqueta escura, está em uma galeria de museu rosa vibrante. Ela observa obras de arte emolduradas na parede, segurando um folheto azul. Outra galeria com paredes azuis e fotos emolduradas é visível ao longe.
Vista de obras da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Duas obras de arte em técnica mista, emolduradas, estão expostas em uma parede rosa vibrante. A obra da esquerda apresenta marcas amarelas, pretas e vermelhas com texto rabiscado, enquanto a da direita exibe aguadas em azul claro, vermelho e amarelo com linhas mais escuras.
Vista de obras de Leiko Ikemura durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma escultura arredondada, em tom azul-petróleo, representando um rosto com pequenas figuras sobrepostas, repousa sobre um pedestal branco contra uma parede rosa vibrante. Um objeto emoldurado e desfocado está pendurado à esquerda, e uma pessoa passa à direita.
Vista de Trees Out of the Head (Big), de Leiko Ikemura, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Quatro obras de arte emolduradas, apresentando linhas, formas e cores abstratas, estão expostas em uma parede rosa vibrante. Uma figura desfocada se move em primeiro plano.
Vista de obras de Leiko Ikemura durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma escultura orgânica, irregular e de cor verde-azulada escura, repousa sobre um pedestal cinza-claro. Pequenas formas texturizadas, que lembram árvores ou corais, emergem do topo. O fundo é uma parede rosa vibrante.
Vista de Trees Out of the Head (Big), de Leiko Ikemura, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Um espaço expositivo exibe grandes pinturas abstratas texturizadas em azul e branco. Em primeiro plano, duas figuras desfocadas passam, enquanto uma pintura retangular azul com uma silhueta escura está pendurada em uma parede rosa vibrante.
Vista de obras da série For Time Is the Witness of Humanity, de Ruth Ige, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma pequena pintura de uma pessoa com cabelos escuros e vestimenta branca sobre um fundo azul está pendurada em uma galeria de arte. Um grande tecido estampado em azul e branco está pendurado verticalmente próximo a ela. Ao fundo, uma parede rosa vibrante com grafismos brancos conduz a uma porta onde duas pessoas estão de pé.
Vista de obras da série For Time Is the Witness of Humanity, de Ruth Ige, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma grande estrutura de tecido pintada de azul e branco forma um arco em uma galeria com paredes rosa-claro. À esquerda, uma escultura verde-escura de formato orgânico repousa sobre um pedestal cinza. À direita, uma tela sem pintura exibe suas barras de madeira.
Vista de obras de Ruth Ige e Leiko Ikemura durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma tela quadrada com a silhueta escura de uma figura sobre pinceladas azuis e brancas está pendurada em frente a um grande pedaço de tecido. O tecido, drapeado em torno de um pilar, apresenta padrões abstratos com manchas em vários tons de azul, preto e branco, tudo inserido em uma galeria com uma parede rosa.
Vista de obras da série For Time Is the Witness of Humanity, de Ruth Ige, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma pequena obra de arte quadrada, suspensa por fios, apresenta a silhueta preta de uma cabeça e ombros contra um fundo texturizado em azul e branco. Atrás dela, uma obra de arte abstrata maior exibe padrões mesclados em tons de azul e branco.
Detalhe de obras da série For Time Is the Witness of Humanity, de Ruth Ige, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Um espaço para exposições de arte apresenta paredes rosa-claro e piso de azulejos cinza-claro. No centro, grandes painéis azuis independentes exibem pinturas abstratas, uma delas com uma silhueta escura. Obras de arte menores, emolduradas, adornam as paredes rosa, e uma escultura escura repousa sobre um pedestal ao fundo.
Vista de obras de Ruth Ige e Leiko Ikemura durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma sala de exposições escura apresenta uma grande tela projetando um vídeo em preto e branco de várias figuras vestidas com trajes de aparência tradicional. Uma pessoa está sentada em um banco hexagonal escuro, de frente para a tela, com outros bancos semelhantes dispostos em primeiro plano.
Vista de what colours can we dream in this night filled with salt?, de Julianknxx, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma sala de exposições escura apresenta uma grande projeção de vídeo mostrando uma pessoa em pé sobre uma paisagem rochosa sob um céu nublado, com o texto
Vista de what colours can we dream in this night filled with salt?, de Julianknxx, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma sala escura apresenta uma grande tela de projeção exibindo um vídeo em preto e branco de uma fila de mulheres com longas saias escuras e blusas brancas, em pé diante de uma parede de pedra. Uma pessoa está sentada em um bloco hexagonal escuro em primeiro plano, de frente para a tela, com outros blocos semelhantes espalhados pelo chão.
Vista de what colours can we dream in this night filled with salt?, de Julianknxx, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Onze fotografias emolduradas em preto e branco estão dispostas horizontalmente em uma parede vermelha vibrante. As imagens são pequenas e não individualmente discerníveis, sobre um piso de cor clara.
Vista de obras de Ming Smith durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Três fotografias emolduradas em preto e branco estão penduradas em uma parede vermelha vibrante. A foto mais à direita mostra duas crianças em uma calçada com uma barreira da polícia indicando
Vista de obras de Ming Smith durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Três fotografias emolduradas em preto e branco estão dispostas horizontalmente em uma parede vermelha vibrante. A foto da esquerda mostra duas crianças perto de uma barreira com a inscrição
Vista de obras de Ming Smith durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma pessoa com longos cabelos escuros e cacheados, vestindo uma camisa branca e uma saia preta, está de costas para o observador, segurando um smartphone para fotografar seis fotos emolduradas em preto e branco em uma parede vermelha vibrante. Uma esfera geométrica branca com padrões hexagonais pretos é visível no primeiro plano desfocado à direita.
Vista de obras de Ming Smith e Alain Padeau durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma pessoa vestindo camiseta branca, bermuda preta e boné branco está de costas, olhando para várias fotografias emolduradas em preto e branco expostas em uma parede vermelha vibrante da galeria.
Vista de obras de Ming Smith durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Três pinturas vibrantes e emolduradas estão expostas em uma parede vermelha brilhante. A maior pintura, à esquerda, retrata diversas figuras em uma celebração animada e colorida. À sua direita, duas pinturas menores mostram grupos de figuras envolvidas em várias atividades.
Vista de obras de Maria Auxiliadora durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma pintura vibrante retrata diversas figuras envolvidas em uma festa. Na parte superior, figuras dançam e tocam instrumentos contra um fundo roxo, enquanto a parte inferior mostra mais figuras em meio a intrincados padrões amarelos sobre um fundo escuro.
Vista de Candomblé, de Maria Auxiliadora, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma pintura colorida está pendurada no centro de uma parede vermelha vibrante. A pintura retrata várias figuras, algumas dançando em círculo em primeiro plano e outras sentadas ao fundo. Todas as figuras vestem roupas de cores vivas, incluindo vestidos estampados, e a pintura está emoldurada por uma moldura simples e clara.
Vista de obra sem título de Maria Auxiliadora durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma colorida obra de arte folclórica, seja têxtil ou pintura, emoldurada em madeira clara, exposta em uma parede vermelha. A obra retrata diversas figuras: algumas ajoelhadas entre plantas verdes, enquanto outras estão de pé ou reclinadas. Ao fundo, figuras sentam-se à mesa perto de portas e janelas azuis.
Vista de obra sem título de Maria Auxiliadora durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Duas pinturas coloridas adornam uma vibrante parede vermelha. A maior, à esquerda, retrata diversas figuras com roupas brilhantes dançando e interagindo sobre um fundo estampado sob um céu rosa. A menor, à direita, mostra um número menor de figuras em um estilo semelhante.
Vista de obras de Maria Auxiliadora durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Dois visitantes estão de costas para o observador, contemplando três pinturas coloridas emolduradas em uma vibrante parede vermelho-alaranjada da galeria. Uma grande pintura, retratando diversas figuras, está à esquerda, enquanto duas pinturas menores estão à direita.
Vista de obras de Maria Auxiliadora durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma grande esfera facetada de cor clara, com estruturas de madeira que se estendem para cima e sustentam elementos esféricos menores e semelhantes a olhos, está exposta em uma galeria. Ao fundo, vê-se uma parede vermelha com pequenas obras de arte.
Vista de obras de Alain Padeau e Maria Auxiliadora durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma instalação artística apresenta duas grandes esferas geodésicas brancas e vários objetos em forma de cabaça na cor terracota, suspensos por estruturas de madeira e metal preto. Duas esferas brancas menores, uma delas com um padrão intrincado, estão localizadas no centro. A instalação tem como pano de fundo uma vibrante parede vermelha.
Vista de Moka BOB Sound System, de Alain Padeau, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Uma grande esfera lisa laranja com uma abertura circular preta repousa sobre uma estrutura branca e angular com intrincados padrões recortados. Um mecanismo de madeira é visível acima da esfera, sobre um fundo vermelho.
Detalhe de Moka BOB Sound System, de Alain Padeau, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Duas esculturas grandes e complexas se destacam contra uma parede vermelha em uma galeria. Cada escultura apresenta uma esfera branca facetada na base, encimada por uma viga de madeira escura da qual pendem formas orgânicas de cerâmica em tons claros e elementos com contas. As esferas são conectadas por uma estrutura metálica escura no chão.
Vista de Moka BOB Sound System, de Alain Padeau, na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu Oscar Niemeyer © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo

A Fundação Bienal de São Paulo segue com o programa de mostras itinerantes da 36ª Bienal de São Paulo, que percorrerá mais de dez cidades do Brasil e do exterior em 2026. Em parceria com o Governo do Estado do Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, o Museu Oscar Niemeyer (MON) volta a sediar o programa, consolidando uma parceria que se renova pela terceira vez.

Para esta etapa do programa, a Fundação leva à capital paranaense um recorte da exposição que reuniu mais de 784 mil visitantes no Pavilhão Ciccillo Matarazzo. A abertura acontece no dia 19 de março, das 18h às 21h, e a visitação segue até 7 de junho. Realizadas de forma programática desde 2011, as itinerâncias tornaram-se uma extensão fundamental da Bienal de São Paulo, fazendo com que obras e debates apresentados no Pavilhão Ciccillo Matarazzo se reconfigurem em diálogo com contextos locais diversos, ativando novas leituras e relações com públicos fora do eixo expositivo principal.

Em Curitiba, o recorte da itinerância tem curadoria de Anna Roberta Goetz, cocuradora da 36ª Bienal, junto ao cocurador adjunto André Pitol, e reúne obras de dezoito participantes: Adjani Okpu-Egbe, Alain Padeau, Ana Raylander Mártis dos Anjos, Emeka Ogboh, Ernest Cole, Forensic Architecture/Forensis, Gervane de Paula, Helena Uambembe, Julianknxx, Leiko Ikemura, Mao Ishikawa, Maria Auxiliadora, Ming Smith, Nádia Taquary, Olu Oguibe, Raukura Turei, Ruth Ige e Sertão Negro. O projeto expográfico é de Tiago Guimarães.

Para Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, retornar ao Museu Oscar Niemeyer pela terceira vez é um passo importante para a Fundação. “Curitiba e o MON são aliados fundamentais no nosso compromisso com a descentralização do circuito artístico brasileiro. A cada edição da Bienal de São Paulo, temos buscado ampliar nosso alcance e fazer com que aquilo que foi apresentado no Pavilhão continue a reverberar em outras cidades do país”, afirma.

A diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika, comenta que a arte deve alcançar o maior número possível de pessoas, rompendo barreiras e sensibilizando todos os públicos. “Por isso, pela segunda vez consecutiva, recebemos a Bienal de São Paulo, uma das mais importantes exposições de arte do mundo, que sai de sua sede, extrapola limites geográficos e amplifica sua voz”, diz.

Juliana comenta ainda sobre a capacidade que a arte tem de comunicar sem palavras, o que tem sido para muitos uma pausa em meio ao apressado mundo digital. Por isso, proporciona uma conexão profunda e presente, que muitas vezes não seria possível de nenhuma outra maneira. “Ao participar da itinerância desse importante evento, o MON reafirma sua missão de fazer a arte chegar a todos”, afirma.

Além da circulação das obras, o programa de itinerâncias se estrutura a partir de um eixo educativo transversal, com formações voltadas às equipes locais, encontros online e presenciais, acompanhamento pedagógico e ações para diferentes públicos, como visitas mediadas, palestras, laboratórios para professores e atividades educativas para estudantes. No dia 18 de abril, um dia antes da abertura oficial da itinerância, às 19h, a Fundação Bienal de São Paulo realiza uma ação educativa no miniauditório do Museu Oscar Niemeyer, com entrada gratuita. O encontro conta com a participação da curadora Anna Roberta Goetz, da liderança indígena Juliana Kerexu e de Mestre Kandiero, referência na valorização da cultura afro-brasileira no Paraná, e parte da obra de Olu Oguibe presente na mostra. A capacidade máxima do evento é de cinquenta pessoas e a entrada deve ser feita mediante inscrição.

“Cada uma das exposições itinerantes é uma síntese da Bienal original e de sua multiplicidade de eixos temáticos interconectados. Cada uma foi desenvolvida em resposta ao contexto sociopolítico local específico, incorporando particularidades culturais, ecológicas e históricas, e as implicações multifacetadas que estas têm para as pessoas e suas formas de conjugar a humanidade”, explica Anna Roberta Goetz, cocuradora da 36ª Bienal de São Paulo e responsável pela curadoria da exposição itinerante em Curitiba. “Como o Paraná é um dos principais centros agrícolas do Brasil, a seleção para o Museu Oscar Niemeyer concentra-se em uma ampla gama de temas relacionados ao solo e à terra. A exposição explora a origem e a base de toda a vida em relação ao solo e à terra a partir de perspectivas biológicas, ecológicas e espirituais. Também levanta questões sobre direitos de propriedade, bem como sobre as responsabilidades e a prestação de contas que surgem de nossa dependência do solo e da terra”.

Serviço
36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática
curador geral: Bonaventure Soh Bejeng Ndikung
cocuradores: Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Thiago de Paula Souza
cocuradora at large: Keyna Eleison
consultora de comunicação e estratégia: Henriette Gallus
cocuradores adjuntos: André Pitol, Leonardo Matsuhei

Itinerância Curitiba – Museu Oscar Niemeyer
curadoria: Anna Roberta Goetz
cocuradoria: André Pitol
arquitetura: Tiago Guimarães
abertura: 19 mar, 18h – 21h
visitação: 20 mar – 7 jun 2026
ter – dom, 10h – 18h
Museu Oscar Niemeyer (MON)
Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico
Curitiba, PR
ingressos:
inteira: R$ 36,00
meia-entrada: R$ 18,00
quartas-feiras: entrada gratuita
também disponível online

Conteúdos relacionados