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entrada gratuita
6 set 2025–11 jan 2026
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Brasília     DF

9 abr – 31 mai 2026

Museu Nacional da República

Parede vermelha com objetos de madeira, ferro, cordas e miçangas
Vista de obras de Sérgio Soarez durante a 36ª Bienal de São Paulo © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Telas coloridas sem moldura em cavaletes de madeira
Pélagie Gbaguidi, durante a 36ª Bienal de São Paulo © Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Esculturas de tiras de cobre torcidas e soldadas formando uma espécie de manguezal, em frente a cortina amarela.
Vista de Como criar raízes aéreas, de Rebeca Carapiá, durante a 36ª Bienal de São Paulo © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Quatro pessoas sentadas num banco e uma sentada no chão assistem um video projetado na parede de uma sala escura. No video, um homem negro de cabelos longos e grisalhos, vestindo uma camisa branca está sentado em frente a uma bandeira azul numa parede branca.
Vista de Ouro negro é a gente, de Aline Baiana, durante a 36ª Bienal de São Paulo © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Esculturas de bolas coloridas , com várias estampas e de diferentes tamanhos
Vista de obras de Edival Ramosa durante a 36ª Bienal de São Paulo © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Vasos de barro em blocos de cimento
Vista de obras da série Brasilidades, de Moisés Patrício, durante a 36ª Bienal de São Paulo © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Tecidos bordados em vermelho e branco, com lantejoulas que refletem a luz do ambiente, pendurados do teto e espalhados em pequenos palcos de madeira
Vista de O cheiro da terra depois do fogo / E a promessa do suspiro: Pela obsessão de uma ressonância, esticando com ternura nossas peles, Nossos corpos / Oh, do calor incandescente das cinzas, de Myriam Omar Awadi, durante a 36ª Bienal de São Paulo © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Grandes telas sem moldura mostrando figuras humanas e animais estilizados
Vista de Sept milliards de témoins, de Sadikou Oukpedjo, durante a 36ª Bienal de São Paulo © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo

Por meio de uma parceria com o Sesc DF e com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal, o Museu Nacional da República recebe o programa de mostras itinerantes da Fundação Bienal de São Paulo, consolidando a presença da Bienal na capital federal, que acolhe a itinerância pela terceira vez. A mostra acontece simultaneamente à itinerância da participação brasileira na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia. O programa educativo de ambas as exposições, com suas práticas de mediação e visitas em grupo, é apresentado pelo Sesc DF e acontece simultaneamente no Museu Nacional da República e no Centro Cultural Tribunal de Contas da União (TCU) com uma mostra de filmes e outras atividades, todas gratuitas, com curadoria de Keyna Eleison. A abertura acontece no dia 9 de abril, das 19h às 21h, e a visitação segue até 31 de maio. 

A escolha do espaço não é fortuita. Projetado por Oscar Niemeyer, o Museu Nacional da República compartilha com o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, sede da Fundação Bienal de São Paulo, também de autoria de Niemeyer, uma mesma genealogia arquitetônica. O diálogo entre as obras e esse território vocacionado para o encontro entre arte e público intensifica-se quando dois projetos da Fundação ocupam o museu ao mesmo tempo.

A itinerância da mostra em Brasília conta com curadoria de Bonaventure Soh Bejeng Ndikung junto ao cocurador André Pitol e a arquitetura é assinada por Tiago Guimarães. Na capital federal, o recorte da itinerância reúne obras de Akinbode Akinbiyi, Aline Baiana, Ana Raylander Mártis dos Anjos, Edival Ramosa, Ernest Cole, Leo Asemota, Malika Agueznay, Manauara Clandestina, Mao Ishikawa, Moisés Patrício, Myriam Omar Awadi, Myrlande Constant, Pélagie Gbaguidi, Rebeca Carapiá, Sadikou Oukpedjo, Sérgio Soarez, Tanka Fonta e Theo Eshetu.

Conjugações: Capítulo TCU – Com ativações inéditas integralmente gratuitas concebidas especialmente para as dependências do Centro Cultural TCU, o programa apresenta uma programação pública exclusiva voltada ao contexto local. A iniciativa reúne uma mostra de filmes apresentados na exposição em São Paulo, além de oficinas conduzidas por artistas e coletivos participantes da mostra principal, criando novas possibilidades de aproximação com as pesquisas e práticas que atravessam a Bienal.

Para Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, a realização da itinerância em Brasília reforça o compromisso de ampliar o acesso à arte contemporânea. “A presença contínua da Bienal na capital federal evidencia a importância de levarmos as discussões propostas pela exposição a diferentes públicos e contextos, ampliando seu alcance e suas possibilidades de leitura”, afirma.

Com conceito criado pelo curador geral Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, em parceria com os cocuradores Alya Sebti, Anna Roberta Goetz e Thiago de Paula Souza, a cocuradora at large Keyna Eleison e a consultora de comunicação e estratégia Henriette Gallus, além dos cocuradores adjuntos André Pitol e Leonardo Matsuhei, a 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática se inspira no poema “Da calma e do silêncio”, da escritora Conceição Evaristo, e tem como um de seus principais fundamentos a escuta ativa da humanidade em constante deslocamento, encontro e negociação.

Além da circulação das obras, o programa de mostras itinerantes se estrutura a partir de um eixo educativo transversal, com formações voltadas às equipes locais, encontros online e presenciais, acompanhamento pedagógico e ações para diferentes públicos, como visitas mediadas, palestras, laboratórios para professores e atividades educativas para estudantes.

Serviço
36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática
curador geral: Bonaventure Soh Bejeng Ndikung
cocuradores: Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Thiago de Paula Souza
cocuradora at large: Keyna Eleison
consultora de comunicação e estratégia: Henriette Gallus
cocuradores adjuntos: André Pitol, Leonardo Matsuhei

Itinerância Brasília – Museu Nacional da República
curadoria: Bonaventure Soh Bejeng Ndikung
cocuradoria: André Pitol
arquitetura: Tiago Guimarães
abertura: 9 abr, qui, 19h – 21h
visitação: 10 abr – 31 maio 2026

ter – dom, 9h – 18h30
Museu Nacional da República
Setor Cultural Sul, Lote 2
Brasília, DF
entrada gratuita

Brasília – Conjugações: Capítulo TCU
curadoria: Keyna Eleison
10 abr – 31 maio 2026
Centro Cultural Tribunal de Contas da União (TCU)
St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 3
Brasília – DF
entrada gratuita