Performance – Dayse Serena, Rômulo Alexis, Anaïs Sylla e Zebb – escolher falar de amor não cessará nenhuma bomba
No dia 14 de dezembro acontecerá a performance escolher falar de amor não cessará nenhuma bomba, com Dayse Serena, Rômulo Alexis, Anaïs Sylla e Zebb. O evento faz parte das ativações do Vilanismo na 36ª Bienal, e acontece das 16h30 às 18h no espaço das Invocações, no segundo andar do Pavilhão.
A performance oral-preto-musical escolher falar de amor não cessará nenhuma bomba nasce dos poemas de Daisy Serena, a partir do livro de mesmo nome da artista multidisciplinar, e se expande no encontro com Rômulo Alexis, no trompete, Anaïs Sylla na vocalização, Zebb nos beats e Sérgio Silva no álbum visual que se transmuta em projeção. É também em si um encontro de particulares diásporas: são paulo – senegal – salvador. palavra – visualidades – voz.
Daisy Serena (1988) é artista visual, fotógrafa, e poeta. Autora de escolher falar de amor não cessará nenhuma bomba (Selo doburro, 2025) e Tautologias (Padê Editorial, 2016). Tem poemas publicados em revistas e páginas digitais como Escamandro, Chão da Feira, Pixé, Ruído Manifesto, Encontros com a Nova Literatura Brasileira Contemporânea do Itaú Cultural; WSQ: Solidão (Feminist Press, 2021), ; Cartografias – Vol. 1 contos de autoras Brasileiras (Ed. Primata, 2022). Como artista visual esteve em diversas exposições: Tecituras de Tempo & Identidade (Mostra de Criadoras em Moda: Mulheres Afro-latinas, no Sesc Interlagos, 2016) . Também participou das exposições coletivas FotoPreta (2018 e 2020) com curadoria do coletivo Afrotometria; Ocupação Olhares Inspirados: Raquel Trindade, Rainha Cabinda (2021), Intersecções, exposição com curadoria de Nabor Junior (2023), Afeto & Memória, projeto da fotojornalista Eliaria Andrade (2023), Chora Agora, exposição com curadoria da fraternidade Vilanismo (2023); Studio Solaura em Berlim (2022). Tem obras de diferentes linguagens visuais publicadas em revistas digitais como Menelick 2º Ato, Doek! (Namíbia), Nossa Revista e Garupa. No audiovisual trabalhou como fotógrafa still do projeto Empoderadas (com realização pelo VAI) 2017; Sem Asas (Renata Marins, 2018); Arten(ato) (Isadora Torres e Diego Gondim, 2022) ; Comida de Mentira (Rafael Mellin, 2024); Rainha da Primavera (Luiza Guerra, 2024). Codirigiu a fotografia do curta Contrabanzo (Thiago Cervan, 2024) e assinou a direção do curta de poesia da multiartista Carina Castro (2022) contemplado pelo PROAC. Dirige a série autoral de videopoemas Sibilo (2024).
Vilanismo (fundado em 2021, São Paulo) é um coletivo de doze homens negros que atua na criação de espaços de resistência e afirmação no circuito artístico. Valorizam os conhecimentos ancestrais, experiências afro-indígenas e a construção coletiva, priorizando a autonomia e a criação de práticas sustentáveis. Em suas ações, rejeitam estereótipos e fetiches históricos impostos a corpos negros, subvertendo expectativas normativas e celebrando a abundância cultural. O grupo participou de eventos como o Baile do Vilanismo (Edifício Misericórdia, São Paulo) e a conversa-performance “Masculinidades Negras” (Instituto Moreira Salles, São Paulo). Atualmente, é composto por Diego Crux, Ramo, Renan Teles, Carinhoso, Guto Oca, Rodrigo Zaim, Rafa Black, Robson Marques, Denis Moreira e Daniel Ramos.
Esta participação tem apoio do The Order of New Arts.
Serviço
Performance – Dayse Serena, Rômulo Alexis, Anaïs Sylla e Zebb – escolher falar de amor não cessará nenhuma bomba
36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática
14 dez 2025
dom, 16h30
espaço das Invocações, 2º andar
Pavilhão Ciccillo Matarazzo
Parque Ibirapuera, portão 3
São Paulo, SP
entrada gratuita