Cortejo – CHIJUYAA: Pássaros que ecoam sua canção enquanto nossas lágrimas atravessam vales
No dia 6 de dezembro acontecerá o cortejo okinawano-brasileiro em celebração a Mao Ishikawa CHIJUYAA: Pássaros que ecoam sua canção enquanto nossas lágrimas atravessam vales. O evento acontece das 11h às 13h e parte da Varanda Bienal, área externa do Pavilhão.
Com concepção artística de Laís Miwa Higa, Victor Kinjo e Hiromi Toma e produção de Débora Lie Higa, Luiza Tamashiro e Alexandre Oshiro, a programação reúne dança tradicional e contemporânea, hajichi, karatê e música, com artistas da comunidade okinawana do Brasil. O cortejo se inspira no eisā, dança ritual que honra e celebra os ancestrais, já a performance Chijuyaa evoca a viandante que atravessa oceanos conectando memórias, afetos e futuros possíveis. Nesta edição, o Grupo da Hajichi se apresenta pela primeira vez, reunindo mulheres e pessoas de gêneros dissidentes que retomam a tatuagem ancestral Hajichi na diáspora. A ativação celebra práticas artísticas e espirituais uchinanchu que atravessam gerações, mantendo vivas memórias, resistências e alegrias dos povos de Ryūkyū.
Serviço
Cortejo – CHIJUYAA: Pássaros que ecoam sua canção enquanto nossas lágrimas atravessam vales
36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática
6 dez 2025
sáb, 11h
Varanda Bienal
Pavilhão Ciccillo Matarazzo
Parque Ibirapuera, portão 3
São Paulo, SP
entrada gratuita