entrada gratuita
6 set 2025–11 jan 2026
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Conversa – Keyna Eleison e Chirley Pankará – Você precisa levar tudo o que pertence aos povos indígenas?

04.12 – 04.12.25
qui, 16h – 18h

No dia 4 de dezembro acontecerá a conversa Você precisa levar tudo o que pertence aos povos indígenas?, com Keyna Eleison, Chirley Pankará e a equipe da Fundação Bienal a partir da obra homônima de Olu Oguibe. O evento acontece das 16h às 18h no espaço de educação Bloomberg, no terceiro pavimento do Pavilhão, e faz parte das Conjugações – Educação, parte da programação pública da 36ª Bienal. As Conjugações – Educação oferecem atividades que, inspiradas em brincar, dançar, cantar, jogar e contar histórias, convidam o público a uma imersão ativa e lúdica na exposição, aprofundando práticas de humanidade e valorizando diversas formas de ser e conviver.

Organizada a partir da obra Você precisa levar tudo o que pertence aos povos indígenas?, de Olu Oguibe, exibida em três cidades brasileiras (Belém, Rio de Janeiro e São Paulo) nos contextos da COP30 e da 36ª Bienal de São Paulo, a equipe da Fundação Bienal de São Paulo, a ativista Chirley Pankará e a cocuradora at large Keyna Eleison convidam o público a uma reflexão sobre o estado atual dos direitos dos povos indígenas no Brasil e a importância de processos educativos que dialoguem com a população indígena. Ao final da atividade, o público presente será convidado a assistir à projeção da obra do artista na fachada do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP).

A atividade contará com interpretação em Libras.

Keyna Eleison é curadora, pesquisadora e educadora em arte e cultura. Coordenou todos os equipamentos públicos da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e lecionou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, onde foi também coordenadora de ensino. Foi curadora da 10ª Bienal Internacional de Arte SIART, na Bolívia (2018), curadora da 1ª Bienal das Amazônias (2023), diretora artística do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2020-2023) e diretora de pesquisa e conteúdo da Bienal das Amazônias.

Chirley Pankará (1974, Terra Indígena da Serra do Arapuá) é militante do movimento indígena, pedagoga, mestre em Educação pela PUC-SP e doutora em Antropologia Social pela USP. Ao final da década de 1990, se estabeleceu em Mauá, na Região Metropolitana de São Paulo, onde ingressou na universidade e se formou em Pedagogia. Durante oito anos, foi Coordenadora Geral do Centro de Educação e Cultura Indígena – CECI, atuando junto aos Guarani Mbyá na capital de São Paulo. Em 2019, atuou, como codeputada estadual, o mandato coletivo Bancada Ativista na ALESP.

Serviço
Conversa – Você precisa levar tudo o que pertence aos povos indígenas? com Keyna Eleison e Chirley Pankará
36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática
4 dez 2025

qui, 16h
espaço de educação Bloomberg, 3º andar
Pavilhão Ciccillo Matarazzo
Parque Ibirapuera, portão 3
São Paulo, SP
entrada gratuita

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