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6 set 2025–11 jan 2026
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Conversa – Vilanismo, O Tal do Ale e Renata Prado – Pedagogia do funk: o conhecimento é chave

14.12 – 14.12.25
dom, 14h – 16h

No dia 14 de dezembro acontecerá a conversa Pedagogia do funk: o conhecimento é chave, com Vilanismo, O Tal do Ale e Renata Prado. O evento conta com a participação de Rafa Black, pelo Vilanismo, e acontece das 14h às 16h no espaço das Invocações, no segundo andar do Pavilhão.

A roda de conversa tem como tema principal o funk, em especial a cena paulistana, e busca analisar o impacto positivo e o processo de socialização de jovens negros e periféricos a partir do gênero.

Alexandre Cardoso Santos, mais conhecido como O Tal do Ale, é artista visual e educador desde 2017. Sua prática artística é uma jornada de autoconhecimento, autocuidado e cura, que transita pela assimilação de símbolos de poder como forma de posicionamento, denúncia e vivência, e pela exploração do precário como caráter autobiográfico e historiográfico, com ênfase em culturas negras marginalizadas como o funk e o hip-hop. Suas produções já participaram de mostras como o 21º e 22º Programa de Exposições do MARP, a exposição de longa duração do Museu das Favelas Sobre Vivências, a 31ª edição da Mostra de Arte da Juventude no Sesc Ribeirão Preto e a mostra Funk, Arte e Resistência no Complexo Cultural Funarte São Paulo.

Renata Prado é estudante de pedagogia da Universidade Federal de São Paulo e pesquisadora na área da educação partindo da temática da Lei 10.639/10 (lei que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”). É idealizadora e articuladora nacional da Frente Nacional de Mulheres no Funk. Dançarina de funk homenageada pelo 15º prêmio Zumbi dos Palmares da Assembleia Legislativa de São Paulo e pela I Sessão Solene de Homenagem ao dia 25 de Julho – Dia internacional da Mulher Negra Latino Caribenha (dia internacional de Teresa de Benguela) pela Câmara Municipal de São Paulo por conta de seu trabalho de base na militância.

Vilanismo (fundado em 2021, São Paulo) é um coletivo de doze homens negros que atua na criação de espaços de resistência e afirmação no circuito artístico. Valorizam os conhecimentos ancestrais, experiências afro-indígenas e a construção coletiva, priorizando a autonomia e a criação de práticas sustentáveis. Em suas ações, rejeitam estereótipos e fetiches históricos impostos a corpos negros, subvertendo expectativas normativas e celebrando a abundância cultural. O grupo participou de eventos como o Baile do Vilanismo (Edifício Misericórdia, São Paulo) e a conversa-performance “Masculinidades Negras” (Instituto Moreira Salles, São Paulo). Atualmente, é composto por Diego Crux, Ramo, Renan Teles, Carinhoso, Guto Oca, Rodrigo Zaim, Rafa Black, Robson Marques, Denis Moreira e Daniel Ramos.

Esta participação tem apoio do The Order of New Arts.

Serviço
Conversa – Vilanismo, O Tal do Ale e Renata Prado – Pedagogia do funk: o conhecimento é chave
36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática
14 dez 2025
dom, 14h
espaço das Invocações, 2º andar
Pavilhão Ciccillo Matarazzo
Parque Ibirapuera, portão 3
São Paulo, SP
entrada gratuita

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