Ativação – Gê Viana – Quando o som beijar o mar: as encruzilhadas do Atlântico, reggae e fé – Discotecagem com Lys Ventura e Sacy
No dia 7 de dezembro acontecerá a ativação da obra A colheita de Dan, chamada Quando o som beijar o mar: as encruzilhadas do Atlântico, reggae e fé, que consiste numa discotecagem por Lys Ventura e Sacy. O evento acontece das 16h às 18h no espaço do Sertão Negro, no térreo.
Com raízes nos vibrantes bailes de rua, festas de igreja e família, Lys Ventura traz em suas apresentações a influência jamaicana – especialmente o reggae, o rap e o dancehall – com sua pesquisa ligada diretamente ao soundsystem ao longo dos onze anos de carreira. Seu universo também abraça a extensa sonoridade da música brasileira, eletrônica e grooves de diversas eras, através da sua coleção de discos de vinil. Com experiências ao lado de lendas jamaicanas como Sister Nancy e artistas como Erykah Badu, Lauryn Hill e Baiana System, sua performance destaca a tradição do deejay como MC e a cultura da rádio numa fusão de paixões sonoras. Lys também é anfitriã da festa Fresh!, e do Baile da Ventura.
Sacy é uma lenda genuinamente brasileira, de um ser encantado da floresta que ajuda, mas que também prega peças em quem anda e vive pelos arredores das matas. É com essa descrição que o Dj e produtor Arthur Danilo cria seus sons, envoltos em mistério e ao mesmo tempo muito dançantes, que já levaram muitas pistas Brasil à fora a dançar. Criador da Tucum Records, a primeira gravadora de música psicodélica do Maranhão tem lançamentos tanto nacionais quanto internacionais.
Gê Viana (Santa Luzia, 1986. Vive e trabalha em São Luís) é artista visual formada pela Universidade Federal do Maranhão. Atua entre o espaço doméstico e o urbano, utilizando colagem manual e digital, pintura e a técnica do lambe-lambe. Sua prática parte de imagens de arquivo e da memória oral de sua família, articulando narrativas do cotidiano afro-diaspórico maranhense e confrontando a cultura hegemônica. Participou da Bienal das Amazônias (Belém, 2023), do 38º Panorama da Arte Brasileira (Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2024), da mostra Histórias brasileiras (MASP, São Paulo, 2022) e da Borås Art Biennial (2024). Suas obras integram coleções como as da Pinacoteca de São Paulo e do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Serviço
Ativação – Gê Viana – Quando o som beijar o mar: as encruzilhadas do Atlântico, reggae e fé – Discotecagem com Lys Ventura e Sacy
36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática
7 dez 2025
dom, 16h
obra do Sertão Negro, térreo
Pavilhão Ciccillo Matarazzo
Parque Ibirapuera, portão 3
São Paulo, SP
entrada gratuita