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6 set 2025–11 jan 2026
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36ª Bienal de São Paulo apresenta programação educativa no Ceará com oficinas, visitas temáticas e conversa com artista Gê Viana

Itinerância marca primeira parceria entre Fundação Bienal de São Paulo e Pinacoteca do Ceará, expandido a presença do programa no Nordeste.

Publicado em 31 jul, 26

A Fundação Bienal de São Paulo anuncia a programação educativa realizada no âmbito da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática no Ceará. As atividades acontecem na Pinacoteca do Ceará, em Fortaleza, e no Centro Cultural do Cariri, reunindo oficinas, visitas temáticas e uma ativação da artista Gê Viana, participante da 36ª edição da mostra.

A programação integra o programa Conjugações – Educação, concebido com base na publicação educativa da 36ª Bienal e nas Invocações, encontros realizados ao longo do projeto com práticas pedagógicas e artísticas que ressoaram na mostra principal. As atividades buscam o diálogo com profissionais da educação, mediadores culturais e público interessado em arte contemporânea no Ceará, e têm como fio condutor a obra A Colheita de Dan, comissionada para a 36ª Bienal à artista Gê Viana e atualmente em cartaz na Pinacoteca do Ceará. Todas as atividades contam com interpretação em Libras e entrada gratuita. Os encontros reunirão as equipes da Fundação Bienal, da Pinacoteca do Ceará e do Centro Cultural do Cariri.

Programação:

7 de agosto, sexta-feira, Pinacoteca do Ceará

10h30 e 15h: Visita temática – Bukimi no Tani (不気味の谷): O vale da estranheza – A afetividade do humanoide

Inspirada na quarta Invocação realizada em Tóquio, a atividade aborda as ambiguidades do humano diante da tecnologia, investigando a intersecção entre arte, inteligência artificial e corporeidade a partir de obras de Manauara Clandestina, Gê Viana e Berenice Olmedo. Com distribuição gratuita do volume 4 da publicação educativa da 36ª Bienal.

8 de agosto, sábado, Pinacoteca do Ceará

16h – 19h: Conversa de ateliê com Gê Viana e DJ Sacy

A partir da obra A colheita de Dan, Gê Viana compartilha seu percurso artístico e os processos de pesquisa que atravessam sua produção, memória, revoltas, arquivos, fotografia analógica, colagem e paisagens sonoras, com referências que incluem a memória das radiolas de reggae do Maranhão e as festas de Promessas.

9 de agosto, domingo, Pinacoteca do Ceará

10h – 16h: Oficina – Seiva: uma conversa sobre memória, lutas, arquivos e revolta, com Gê Viana (15 vagas)

Ministrada por Gê Viana, a oficina parte dos processos criativos desenvolvidos na pesquisa Radiola de promessa (2022) e chega à obra A colheita de Dan (2025), propondo uma experiência prática de criação por meio de colagem manual, escrita e escuta de arquivos como matéria viva para a construção de novas narrativas. A partir de fotografias analógicas, imagens impressas, revistas, jornais, mapas e outros materiais gráficos, os participantes são convidados a experimentar processos em que histórias se cruzam e se retroalimentam. Inscreva-se aqui

11 de agosto, segunda-feira, Centro Cultural do Cariri

14h – 17h: Roda de conversa – Práticas e estratégias pedagógicas na arte-educação

12 de agosto, quarta-feira, Centro Cultural do Cariri

15h – 17h: Oficina – Seiva: uma conversa sobre memória, lutas, arquivos e revolta, com Gê Viana

Ministrada por Gê Viana, a oficina parte dos processos criativos desenvolvidos na pesquisa Radiola de promessa (2022) e chega à obra A colheita de Dan (2025), propondo uma experiência prática de criação por meio de colagem manual, escrita e escuta de arquivos como matéria viva para a construção de novas narrativas. A partir de fotografias analógicas, imagens impressas, revistas, jornais, mapas e outros materiais gráficos, os participantes são convidados a experimentar processos em que histórias se cruzam e se retroalimentam. Inscreva-se aqui.

13 de agosto, quinta-feira, Centro Cultural do Cariri

14h – Processos criativos e gestos curatoriais com Gê Viana e Keyna Eleison

A participação da artista Gê Viana, da cocuradora at large Keyna Eleison e do DJ Sacy nos programas da Rádio Unaé alinha-se à proposta de “gestos sonoros” desenvolvida pela equipe curatorial da 36ª Bienal de São Paulo. A conversa será mediada pela equipe de educação da Bienal e pelo curador do Centro Cultural do Cariri, Bitú Cassundé.

15h – 17h: Oficina – Seiva: uma conversa sobre memória, lutas, arquivos e revolta, com Gê Viana

Ministrada por Gê Viana, a oficina parte dos processos criativos desenvolvidos na pesquisa Radiola de Promessa (2022) e chega à obra A colheita de Dan (2025), propondo uma experiência prática de criação por meio de colagem manual, escrita e escuta de arquivos como matéria viva para a construção de novas narrativas. A partir de fotografias analógicas, imagens impressas, revistas, jornais, mapas e outros materiais gráficos, os participantes são convidados a experimentar processos em que histórias se cruzam e se retroalimentam. Inscreva-se aqui.

14 de agosto, sexta-feira, Centro Cultural do Cariri

16h – 18h: Roda de conversa – Bukimi no Tani (不気味の谷): O vale da estranheza – A afetividade do humanoide, com Gê Viana, Keyna Eleison e equipes da Fundação Bienal e do Centro Cultural do Cariri

Inspirada na quarta Invocação realizada em Tóquio, a atividade aborda as ambiguidades do humano diante da tecnologia, investigando a intersecção entre arte, inteligência artificial e corporeidade a partir de obras de Manauara Clandestina, Gê Viana e Berenice Olmedo. Com distribuição gratuita do volume 4 da publicação educativa da 36ª Bienal.

Realizadas de forma programática desde 2011, o programa de mostras itinerantes tornou-se uma extensão fundamental da Bienal de São Paulo, fazendo com que obras e debates apresentados no Pavilhão Ciccillo Matarazzo se reconfigurem em diálogo com contextos locais diversos, ativando outras leituras e relações com públicos. Na 36ª edição, esse movimento ganha novos territórios. Agora, pela primeira vez, a Pinacoteca do Ceará se torna parceira do programa, expandindo a rede de instituições culturais que dialogam com a Fundação.

 

Serviço
36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática
curador geral: Bonaventure Soh Bejeng Ndikung
cocuradores: Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Thiago de Paula Souza
cocuradora at large: Keyna Eleison
consultora de comunicação e estratégia: Henriette Gallus
cocuradores adjuntos: André Pitol, Leonardo Matsuhei

Itinerância Fortaleza – Pinacoteca do Ceará
curadoria: Thiago de Paula Souza
arquitetura: Tiago Guimarães
23 mai – 16 ago 2026
qua – sex, 10h – 18h
sáb, 12h – 20h
dom, 10h – 17h
Pinacoteca do Ceará
Rua 24 de Maio, 34, Praça da Estação s/n – Centro
Fortaleza, CE
entrada gratuita